A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais, na noite dessa sexta-feira (30), diretamente dos Estados Unidos.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) afirmou que o presidente Lula (PT) poderá deixar o cargo antes do fim do mandato e se colocou à disposição para disputar uma nova eleição presidencial antes de 2030. A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais, na noite dessa sexta-feira (30), diretamente dos Estados Unidos.
Na primeira live desde que deixou o Brasil, o parlamentar alegou ser vítima de perseguição política e afirmou que uma possível crise econômica poderá provocar a queda antecipada do governo Lula.
“Infelizmente, o Brasil está fadado a quebrar e eu acho que esse é um dos fatores que vai acabar derrubando o atual presidente da República muito antes do que muita gente imagina”, declarou.
Flávio também afirmou que pretende continuar atuando politicamente mesmo fora do país e não descartou voltar a disputar a Presidência.
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“Ainda mais coragem para enfrentar o que tiver que enfrentar, se preciso for para resgatar, para salvar o nosso país, para disputar mais uma eleição para presidente da República, eu não estou falando de 2030 não, eu estou falando de antes disso”, disse.
O senador relatou ainda que decidiu deixar o Brasil após ser informado de uma decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinava a apreensão de seus passaportes e o proibia de sair do país. Segundo ele, a medida foi comunicada após uma visita ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na segunda-feira seguinte ao segundo turno.
“Eu não saí do Brasil, eu saí pelo Brasil”, afirmou, ao justificar a decisão de permanecer nos Estados Unidos com a família.
Durante a transmissão, Flávio também anunciou apoio ao senador Rogério Marinho (PL) para a presidência do Senado Federal e defendeu que o Congresso Nacional seja o principal espaço de oposição ao governo Lula.
“Fiquem firmes, não acabou o jogo, vamos continuar lutando”, declarou.
Desde o resultado do segundo turno, realizado no domingo (25), Flávio questiona a legitimidade da vitória de Lula, que venceu a disputa com mais de 4 milhões de votos de vantagem. O senador sustenta que houve irregularidades eleitorais, mas não apresentou, na transmissão, provas que comprovassem as acusações.










