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FBI prende veterana do Exército dos EUA por vazar informações confidenciais a jornalista

Veterana do exército dos Estados Unidos, Courtney Williams é acusada de vazar informações confidenciais a um jornalista — Foto: Reprodução/LinkedIn

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Courtney Williams trabalhou entre 2010 e 2016 em uma Unidade Militar Especial do Exército americano, período em que teve acesso a informações classificadas de alto nível.

 

Veterana do Exército dos Estados Unidos, Courtney Williams foi presa nesta terça-feira (7) por supostamente vazar informações confidenciais a pessoas não autorizadas — incluindo um jornalista.

Segundo o FBI, a militar trabalhou entre 2010 e 2016 em uma Unidade Militar Especial do Exército americano, período em que teve acesso a informações classificadas de alto nível, sob credencial “Top Secret”. Ela também assinou termos de confidencialidade e recebeu treinamento específico sobre o manuseio de dados sensíveis.

A acusação diz que, entre 2022 e 2025, Williams manteve contato frequente com um jornalista por telefone e mensagens, somando mais de 10 horas de ligações e ao menos 180 trocas de texto. Parte das informações repassadas teria sido publicada em uma reportagem e em um livro, nos quais a veterana foi citada como fonte.

Veterana do exército dos Estados Unidos, Courtney Williams é acusada de vazar informações confidenciais a um jornalista — Foto: Reprodução/LinkedIn

Veterana do exército dos Estados Unidos, Courtney Williams é acusada de vazar informações confidenciais a um jornalista — Foto: Reprodução/LinkedIn

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O FBI não informou quem é o jornalista para quem ela teria vazado as informações.

Além do contato com o repórter, Williams também teria divulgado informações de defesa nacional em suas redes sociais, segundo a investigação.

Autoridades americanas afirmam que o caso representa uma violação grave de confiança. “Detentores de credencial de segurança assumem a obrigação de proteger informações confidenciais essenciais à segurança do país”, disse John A. Eisenberg, do Departamento de Justiça dos Estados Unidos.

 

Segundo a investigação, a veterana chegou a demonstrar preocupação com a divulgação de informações confidenciais. Em mensagens a terceiros, ela teria afirmado que poderia ser presa e que conhecia as consequências legais de seus atos.

O caso está sob investigação do escritório do FBI em Charlotte e será conduzido por promotores federais da Carolina do Norte e da Divisão de Segurança Nacional dos EUA.

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