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Trump diz que atirador tinha ‘histórico de violência e possível obsessão’ pela Casa Branca

O presidente dos EUA, Donald Trump, fotografado a bordo do Air Force One — Foto: Alex Wong/Getty Images/AFP

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Atirador com quadro de doença mental abre fogo contra agentes do Serviço Secreto perto da sede do Executivo em Washington

 

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse no fim da noite de sábado que o atirador que abriu fogo contra agentes do Serviço Secreto perto da Casa Branca tinha um “histórico de violência e uma possível obsessão” pelo local. O suspeito foi morto por agentes do Serviço Secreto, informaram as autoridades americanas. (Veja abaixo).

 

“Agradeço ao nosso excelente Serviço Secreto e às forças policiais pela ação rápida e profissional tomada esta noite contra um atirador perto da Casa Branca, que tinha um histórico de violência e uma possível obsessão pela estrutura mais querida do nosso país”, disse ele em uma publicação no Truth Social.

Trump, que já foi alvo de três supostas tentativas de assassinato, estava na Casa Branca no momento do incidente, enquanto participava de negociações sobre um possível acordo com o Irã.

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No sábado, pouco depois das 18h (19h no horário de Brasília), um homem se aproximou do perímetro de segurança da ala oeste da Casa Branca e “sacou uma arma de sua bolsa e começou a atirar”. Agentes do Serviço Secreto reagiram e atingiram o atirador, que foi levado para um hospital local, onde foi declarado morto posteriormente.

Um pedestre ficou ferido durante a troca de tiros, acrescentou o Serviço Secreto, sem fornecer detalhes sobre seu estado de saúde. Nenhum agente do Serviço Secreto ficou ferido. As circunstâncias do caso ainda são apuradas pelas autoridades.

A polícia isolou os acessos ao complexo da Casa Branca, enquanto tropas da Guarda Nacional bloquearam a entrada de áreas próximas no centro da capital americana. Em publicação na rede X, o diretor do FBI, Kash Patel, afirmou que agentes da agência estavam no local para apoiar o Serviço Secreto na resposta aos disparos.

Histórico de doença mental

 

Vários veículos de imprensa dos EUA identificaram o suspeito como Nasire Best, de 21 anos. Segundo relatos, o homem, originário de Maryland, perto de Washington, tinha histórico de transtorno mental e já era conhecido do Serviço Secreto por ter rondado a Casa Branca em diversas ocasiões.

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— Provavelmente ouvimos de 20 a 25 sons que pareciam fogos de artifício, mas eram tiros, e então todos começaram a correr — disse o turista canadense Reid Adrian à AFP.

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