Bruna Cristine Menezes de Castro, de 36 anos, tinha um mandado de prisão em aberto. Ela é suspeita de aplicar golpes relacionados à falsa comercialização de produtos importados, como aparelhos celulares.
Bruna Cristine Menezes de Castro, conhecida como a “Barbie do Crime”, foi presa suspeita de aplicar golpes pela internet, em Goiânia. Em 2015, ela foi condenada a prestar serviços comunitários e ao pagamento de uma multa de 10 salários mínimos. Na época do julgamento, ela confessou o crime para a Justiça. Ela foi presa em 2021 por não cumprir os serviços comunitários.
A prisão aconteceu na sexta-feira (30), no Parque Atheneu. O g1 não localizou a defesa de Bruna para um posicionamento até a última atualização desta reportagem.
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Bruna Cristine Menezes de Castro foi acusada de aplicar golpes nas redes sociais, Goiás — Foto: Reprodução/Instagram
O Batalhão 31º BPM em Goiânia fez a prisão. Segundo a Polícia Militar, ela possui passagens por estelionato e uso de documento falso, além de responder a processos na Justiça do Distrito Federal e do Rio de Janeiro.

Presa em 2021
Segundo a polícia, Bruna já foi presa em 2021, quando se apresentou de forma voluntária à Polícia Civil. Na época, a Justiça decretou sua prisão após o descumprimento de pena alternativa e faltas injustificadas em audiências, relacionadas a crimes praticados no ambiente virtual.
Segundo o juiz Wilson da Silva Dias, da Vara de Execução de Penas e Medidas Alternativas, da comarca de Goiânia, que ordem a prisão da modelo, ela encontrava-se irregular nas condições legais e judiciais por não cumprir a pena que lhe foi determinada.
Na época, a modelo foi encaminhada para a Casa do Albergado, mas ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar em Goiânia, após a defesa entrar com um recurso no mesmo dia da prisão. Portanto, foi determinado que ela ficasse em prisão domiciliar, até uma nova audiência, quando seriam definidas as medidas a serem tomadas.
Condenada em 2015
Em 2015, Bruna foi condenada a prestar serviços comunitários e ao pagamento de uma multa no valor de 10 salários mínimos por vender celulares para duas pessoas e não entregar o produto. Ela confessou o crime para a Justiça e disse que estava arrependida.
“Tinha programado uma viagem para o exterior com meu marido, seria a lua de mel que a gente não teve. Eu iria comprar os celulares e entregar. Mas, devido a alguns problemas, não pudemos ir. Depois, programamos mais uma vez, mas não deu certo porque já estávamos em processo de separação“, declarou a modelo.
Inicialmente, a sentença era de mais de 2 anos, mas, pela pena ser inferior a quatro anos e ela não ter cometido violência ou ameaçar as vítimas, a decisão foi convertida em trabalhos sociais, como prevê o Código Penal.

















