“Não É Sobre Poder — É Sobre Lutar Pelo Povo Até o Fim.”
Antônio Galvan, então candidato ao Senado pelo Mato Grosso, é apresentado por apoiadores como “patriota raiz”, pai cristão e conservador, conhecido por sua presença em protestos e por não se calar diante de acontecimentos que considera abusivos, como os eventos relacionados a 8 de janeiro e ações atribuídas à condução do ministro Alexandre de Moraes.
Enquanto presidia o partido no estado, Galvan e sua companheira percorreram o Mato Grosso para fortalecer a sigla Democracia Cristã, atraindo nomes relevantes e ampliando sua base. Segundo aliados, o crescimento nas pesquisas provocou reação de opositores, que teriam decidido afastá lo da cadeira do senado, substituindo o por figuras que, na visão dos críticos, priorizam interesses pessoais em vez de demandas populares.
A bancada cristã do partido, afirmam ter sido um absurdo que fizeram e lamentou o afastamento, muito do partido seguiram com Galvan no partido que escolher e saíram do DC assim que ele definir a coligação. Apesar disso, Galvan recebeu propostas de outros partidos interessados em tê lo em suas fileiras, devido à sua força eleitoral e ao potencial para disputar uma vaga ao Senado.
“Na política verdadeira, não se luta por poder — luta se pelo povo. E quem carrega o povo no coração nunca desiste, porque desistir seria abandonar a esperança de quem mais precisa”, declarou Antônio Galvan. Ele afirma que, após escolher o partido que melhor corresponda aos seus princípios, comunicará oficialmente sua filiação e seguirá buscando apoio para sua candidatura, com a promessa de representar uma pauta voltada à população.
















