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Mulher de chefe de facção em MT cumpre prisão domiciliar e só pode sair para levar filhas ao médico e ir a audiências

Ingride Fontinelles Morais foi presa em agosto de 2025 por associação a facções criminosas e tráfico de drogas — Foto: Reprodução

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Ela foi presa em agosto do ano passado em um shopping no Rio de Janeiro e responde por associação a facções criminosas e tráfico de drogas.

 

Ingride Fontinelles Morais, apontada pela polícia como companheira do chefe de uma facção criminosa em Sorriso (MT), só pode sair de casa durante o cumprimento da prisão domiciliar para levar as filhas ao médico e comparecer a audiências.

Ela foi presa em agosto do ano passado em um shopping no Rio de Janeiro e responde por associação a facções criminosas e tráfico de drogas.

Ingride Fontinelles Morais foi presa em agosto de 2025 por associação a facções criminosas e tráfico de drogas — Foto: Reprodução

Ingride Fontinelles Morais foi presa em agosto de 2025 por associação a facções criminosas e tráfico de drogas — Foto: Reprodução

 

A medida que ela cumpre a partir de agora veio depois que a Justiça aceitou o pedido de habeas corpus da defesa, na última sexta-feira (6), que argumentou que Ingride é a única responsável pelas filhas, de 5 e 2 anos, e não possui rede de apoio familiar.

Segundo o processo, o pai das crianças, a avó materna e a irmã dela estão presos ou foragidos.

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Já a avó paterna, por ser idosa, não teria condições físicas nem financeiras de acolher as crianças.

Mulheres apontadas como chefes de facção em MT são presas em shopping do RJ

Mulheres apontadas como chefes de facção em MT são presas em shopping do RJ

O documento impõe o cumprimento de medidas cautelares. São elas:

  • Monitoramento eletrônico por meio de tornozeleira;
  • Comparecimento mensal em juízo para informar e justificar suas atividades;
  • Proibição de sair ou mudar de endereço sem autorização judicial;
  • Proibição de se ausentar da cidade sem prévia autorização;
  • Proibição de manter contato com testemunhas arroladas no processo;
  • Autorização de saídas exclusivamente para comparecer a atos processuais, quando intimada, e para levar os filhos ao médico, mediante comunicação prévia ao juízo.

 

Crime organizado

 

Ingride foi presa junto com Priscila Moreira Janis, que assumiu a chefia da organização criminosa, em 2022.

As investigações apontaram que, por adotar uma postura violenta, Priscila provocou uma divisão dentro do grupo.

Insatisfeitos com a quantidade de “salves” (punições internas) e “decretos” de morte ordenados por ela, os integrantes fundaram uma facção rival. A ruptura agravou a disputa pelo controle da região e resultou na morte de diversos membros do crime organizado.

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Ingrid Fontinelles e Priscila Moreira Janis foram presas em um shopping do Rio de Janeiro. — Foto: Reprodução

Ingrid Fontinelles e Priscila Moreira Janis foram presas em um shopping do Rio de Janeiro. — Foto: Reprodução

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