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Veja Vídeo: Caminhoneiros de MT enfrentam caos em Miritituba: fila ultrapassa 40 km e motoristas esperam mais de uma semana para voltar

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Sem água, comida ou informações oficiais, trabalhadores denunciam abandono e pedem intervenção urgente das autoridades

 

Caminhoneiros de Mato Grosso que seguem com cargas de soja rumo aos portos de Miritituba, no sudoeste do Pará, enfrentam uma situação crítica marcada por longas filas, falta de infraestrutura básica e total ausência de informações oficiais. Há relatos de motoristas que aguardam há mais de uma semana para conseguir descarregar.

A fila de caminhões já ultrapassa 40 quilômetros de extensão, provocando congestionamentos severos e impactando diretamente a rotina, a segurança e as condições humanas dos trabalhadores responsáveis pelo escoamento da produção agrícola.

Entre os motoristas afetados está Márcio Ferreira da Silva, de 47 anos, morador de Sinop (500 km de Cuiabá), que transporta soja e afirma estar há oito dias parado na fila, sem qualquer previsão de atendimento.

Estou há oito dias na fila e ainda não consegui descarregar. Aqui está tudo parado, sem informação e sem apoio. Já falta água, comida e a situação está ficando muito difícil”, relatou o caminhoneiro em vídeo.

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Segundo os motoristas, a precariedade da comunicação agrava ainda mais o cenário. O sinal de internet é instável, dificultando o contato com familiares, empresas transportadoras e até pedidos de socorro. Muitos caminhoneiros estão acompanhados de familiares, incluindo mulheres e crianças, o que aumenta a preocupação diante da falta de condições mínimas no local.

Além da espera excessiva, os relatos apontam desgaste físico, emocional e financeiro. Os motoristas afirmam que os recursos estão se esgotando, enquanto não há presença de autoridades para prestar esclarecimentos ou adotar medidas emergenciais.

Já acabou água, já acabou comida, o dinheiro está acabando e até a esperança está indo embora. Tem colega que nem chegou ainda perto do ponto de descarga”, afirmou outro caminhoneiro que também aguarda na fila.

Diante do silêncio e da falta de respostas, os trabalhadores recorreram aos meios de comunicação como forma de dar visibilidade à situação e pressionar por providências. Eles cobram organização do fluxoampliação da capacidade de atendimento e ações emergenciais que garantam dignidade e segurança aos profissionais.

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Enquanto isso, dezenas de caminhões seguem parados nas rodovias de acesso aos portos de Miritituba, evidenciando graves gargalos logísticos que afetam não apenas os caminhoneiros, mas toda a cadeia de escoamento da produção agrícola brasileira.

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