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Muricy Ramalho entrega cargo e deixa departamento de futebol do São Paulo; saiba o motivo

Imagem Divulgação

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O cenário interno do São Paulo sofreu mais uma reviravolta significativa nesta sexta-feira (23). Muricy Ramalho, uma das figuras mais emblemáticas da história do clube paulista, oficializou seu desligamento do cargo de coordenador de futebol. A decisão encerra uma etapa iniciada em janeiro de 2021, quando ele retornou ao Tricolor para compor a gestão de Julio Casares — que, por sinal, também deixou a presidência recentemente.

A saída de Muricy não está ligada a divergências técnicas, mas sim a questões de saúde pessoal. Após passar por uma cirurgia no joelho e com a previsão de um novo procedimento cirúrgico em um futuro próximo, o ídolo optou por não se afastar temporariamente via licença. Em um gesto de transparência e respeito à rotina intensa do CT da Barra Funda, ele preferiu entregar o cargo, entendendo que o momento exige dedicação total que sua recuperação física não permitiria agora.

Vale lembrar que a trajetória de Muricy se funde com a própria história do São Paulo. Além de ter defendido as cores do clube como jogador, ele atingiu o status de lenda como treinador, sendo o comandante do inédito tricampeonato consecutivo no Brasileirão: 2006, 2007 e 2008).

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Quem será o sucessor de Muricy Ramalho?

Rafinha deve ser o sucessor de Muricy Ramalho | Eurasia Sport Images/GettyImages© Eurasia Sport Images/GettyImages

Com a lacuna deixada por Muricy, o São Paulo já começa a desenhar o futuro de seu departamento de futebol. O nome que ganha mais força nos bastidores para assumir funções administrativas é o de Rafinha. O ex-lateral-direito, que pendurou as chuteiras em julho de 2025, possui o perfil de liderança desejado pela diretoria para manter a coesão do elenco.

A identificação de Rafinha com o clube é recente, porém profunda. Durante sua passagem como atleta (2022-2024), ele foi peça fundamental e capitão nas conquistas da Copa do Brasil de 2023 e da Supercopa de 2024. Com 117 jogos disputados, sua transição do campo para os bastidores é vista como um movimento natural para oxigenar a gestão esportiva do Tricolor, unindo experiência de vestiário com uma nova visão estratégica.

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