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Homem carbonizado em MT pode ter sido morto por facção, diz delegado

Imagem Divulgação

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O delegado Rogério Gomes afirmou que o modus operandi do crime reforça a principal linha de investigação, que apura a possível atuação de integrantes de facção criminosa

 

A morte de Jhonatan Diego Campos Silva, de 37 anos, encontrado carbonizado no porta-malas de um carro incendiado, na tarde dessa segunda-feira (12), no Parque do Lago, em Várzea Grande, pode ter sido provocada por integrantes de uma facção criminosa, segundo as investigações da Polícia Civil. A informação foi confirmada pelo delegado Rogério Gomes, responsável pelas investigações do caso.

De acordo com o delegado, os indícios apontam que a vítima foi morta antes do incêndio do veículo. A perícia constatou que Jhonatan estava amarrado com fios elétricos e apresentava sinais de agressão, que ainda serão analisados pela Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

O delegado Rogério Gomes afirmou que o modus operandi do crime reforça a principal linha de investigação, que apura a possível atuação de integrantes de facção criminosa. A vítima, que fazia uso de tornozeleira eletrônica, foi reconhecida pela família e possuía diversos antecedentes criminais.

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“Vítima foi reconhecida preliminarmente pela família. Ela tem vários antecedentes criminais pelos crimes de furto, roubo, tráfico de drogas e violência doméstica. Além de estar sendo monitorado por tornozeleira eletrônica. Uma das principais linhas de investigação, é de que ele tenha sido vítima de ação violenta por parte de membros de uma facção criminosa, considerando o modus operandi do crime e também seu histórico de envolvimento criminal”, contou o delegado.

Familiares relataram ainda que Jhonatan teria deixado o sistema prisional há pouco mais de um mês, informação que segue sendo apurada.

O corpo foi localizado embaixo da Ponte Sarita Baracat de Arruda, que liga os bairros Parque Atalaia, em Cuiabá, e Parque do Lago, em Várzea Grande, passou por perícia da Politec e foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).

O caso segue sob investigação.

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