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A anistia, para o governador, deve ser estendida às pessoas que praticaram dos atos de 8 de janeiro e foram condenadas por terrorismo com penas de até 17 anos de prisão.

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O governador Mauro Mendes (União Brasil) defendeu, nesta sexta-feira (12), anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que foi condenado a 27 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por tentativa de golpe de Estado e outros crimes. Para Mauro, Bolsonaro não cometeu nenhum crime e deveria ter o mesmo benefício que teve o presidente Lula.

 

“Lula se dizia injustiçado, muitos reclamaram durante muitos anos e ele foi anistiado pelo Supremo. Bolsonaro também acho que é um injustiçado e precisa ter o mesmo tratamento, ser anistiado pelo Congresso Nacional”, destacou.

 

A anistia, para o governador, deve ser estendida às pessoas que praticaram dos atos de 8 de janeiro e foram condenadas por terrorismo com penas de até 17 anos de prisão.

 

“Tem que ser feita uma anistia, sim. As pessoas do 8 de janeiro fizeram algo errado? Fizeram, mas eu já vi muitas vezes o MST invadir o Congresso Nacional, quebrar, depredar prédios públicos no Brasil inteiro e nunca vi ninguém preso, condenado a 14, a  17 anos. Isso que precisa mudar”, criticou.

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Mauro argumenta que a anistia pode pacificar o Brasil que sofre diversas consequências com a polarização política.

Por organização criminosa, Bolsonaro foi condenado a 7 anos e 7 meses de prisão. Para abolição violenta de Estado democrático de direito, são 6 anos 6 meses e mais 8 anos e 2 meses por golpe de Estado. Pelo dano ao patrimônio tombado, Bolsonaro foi condenado a 2 anos e 6 meses mais 75 dias multa; por dano qualificado, 2 anos e 6 meses de reclusão.

Desse total, serão 24 anos e 9 meses em regime fechado e mais 124 dias multa de um salário mínimo.

Três ministros votaram acompanhando Moraes: Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. O ministro Luiz Fux, como votou pela absolvição de Jair Bolsonaro, não se manifestou pela dosimetria da pena.

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