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Polícia informou que um grupo de homens encapuzados e armados invadiu um conjunto de quitinetes, onde estavam três homens e duas mulheres. As vítimas foram amarradas, ameaçadas e mantidas em cárcere privado.

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Um homem suspeito de integrar o chamado ‘tribunal do crime‘ de uma facção criminosa morreu após trocar tiros com a Polícia Militar, nessa quinta-feira (30), em Sinop, a 503 km de Cuiabá. Segundo a PM, ele fazia parte de um grupo armado que manteve cinco pessoas reféns durante um sequestro no Bairro Jardim Portinário.

A polícia informou que um grupo de homens encapuzados e armados invadiu um conjunto de quitinetes, onde estavam três homens e duas mulheres. As vítimas foram amarradas, ameaçadas e mantidas em cárcere privado.

Durante a ação, um dos reféns, um homem de 24 anos, conseguiu reagir e entrou em luta corporal com os sequestradores, momento em que as equipes chegaram ao local. Com a aproximação das viaturas, os suspeitos fugiram em direção a uma área de mata.

Durante o cerco policial, um dos suspeitos foi localizado escondido entre a vegetação. Segundo a PM, ao ser abordado, o homem atirou contra os militares, que reagiram. Ele foi atingido e encaminhado ao Hospital Regional de Sinop, mas morreu na unidade.

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Com ele, os policiais encontraram dois celulares das vítimas, munições e uma arma de fogo. Horas depois, equipes continuaram as buscas e prenderam outro envolvido, também escondido na mata.

Em depoimento, o suspeito confessou a participação no crime e revelou que o grupo pretendia matar uma das vítimas, que, supostamente, seria integrante de uma facção rival. Segundo ele, o grupo atua no chamado ‘tribunal do crime‘ da facção Comando Vermelho.

Polícia Militar apreendeu armas de fogo e celulares das vítimas — Foto: Reprodução

 

Um terceiro suspeito foi preso pouco depois, dentro de um carro de aplicativo, tentando fugir da região. Ele também confessou participação no crime. O motorista do veículo deu versões contraditórias sobre a corrida e foi levado à Delegacia da Polícia Civil, junto com o carro e os demais materiais apreendidos.

A Polícia Civil de Sinop investiga o caso e segue tentando identificar outros envolvidos na ação.

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