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Cruzeiro domina o Campinas e é decacampeão na Superliga masculina de vôlei

Comandado por Oppenkoski e Lucão, time mineiro não dá chances para rival paulista e conquista o décimo título nacional

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Comandado por Oppenkoski e Lucão, time mineiro não dá chances para rival paulista e conquista o décimo título nacional

 

Resumão

 

O Cruzeiro se sagrou decacampeão da Superliga masculina de vôlei. Neste domingo, o time mineiro dominou o Campinas e venceu por 3 sets a 0 a final no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo – parciais de 25/14, 27/25 e 25/21. Pelas mãos de Brasília, Oppenkoski, Rodriguinho, Lucão e Willian, veio o décimo título do maior campeão nacional, o segundo consecutivo. O central campeão olímpico foi eleito o MVP do campeonato.

Cruzeiro 3 x 0 Campinas | Melhores momentos | Final | Superliga de vôlei Masculino

Cruzeiro 3 x 0 Campinas | Final | Superliga de vôlei Masculino

 

A vitória do Cruzeiro evitou o quarto título do Campinas nesta temporada. O time paulista foi campeão estadual, sul-americano e da Copa do Brasil, tendo vencido justamente o rival celeste nos dois últimos campeonatos. Só que mais uma vez o Cruzeiro levou a melhor na reedição da decisão da Superliga 2025.

O décimo título do Cruzeiro teve como um ponto-chave uma substituição: Willian começou o jogo como titular no lugar do campeão olímpico Douglas Souza. O ponteiro correspondeu, comandando a recepção celeste. O levantador Brasília também teve papel fundamentel na distribuição do ataque, com Lucão, Rodriguinho e Oppenkoski, maior pontuador da final, com 18 acertos.

Final da Superliga masculina de vôlei

Final da Superliga masculina de vôlei (Foto: CBV)

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O jogo

Atropelo celeste

O técnico Filipe Ferraz escalou Willian como titular, e o ponteiro correspondeu com um ace logo no início do jogo. O Cruzeiro abriu 3/0 e não saiu mais da liderança do placar no primeiro set. O Campinas encostou depois de um ace de Bruninho (7/6), aí o time mineiro deslanchou sob o comandado de Oppenkoski. Imparável no ataque e forte no bloqueio, o oposto anotou cinco pontos na parcial. Distribuindo melhor os ataques, o Cruzeiro abriu 20/10 e administrou a vantagem. O técnico Horacio Dileo colocou Cris e Acerola em quadra no Campinas, mas já era tarde para evitar o atropelo celeste. O Cruzeiro fechou o set em um ataque para fora de Adriano: 25/14.

 

Reação campineira frustrada

O Campinas tentou equilibrar o jogo com os ataques de Adriano, mas novamente o Cruzeiro liderou o placar mais uma vez. O levantador Brasília distribuiu bem os ataques celestes, ora com Oppenkoski, ora com Rodriguinho, ora com Lucão, ora com Willian. Assim, o time mineiro abriu quatro pontos de vantagem (13/9). Só que a equipe campineira não jogou a toalha e buscou o empate (19/19) guiado por Judson e contando com muitos erros de saque do Cruzeiro. Na reta final, porém, a precisão do ataque celeste prevaleceu, e Oppenkoski fechou o set em um contra-ataque: 27/25.

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Título selado no desafio

O início do terceiro set teve roteiro bem parecido com o do segundo. Os ataques de Rodriguinho lideraram o Cruzeiro, que abriu quatro pontos de vantagem: 13/9. Desta vez, porém, o time celeste não deu chances para uma reação campineira. O título foi selado em um ataque de Oppenkoski na linha, só confirmado despois de um desafio: 25/21.

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