Tropical FM

Moradora de Vera-MT que cuida de 26 animais com recursos próprios se indigna após associação recusar acolher um animal

Foto Divulgação do animal em questão

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Uma moradora de Vera, que dedica parte de sua vida aos cuidados de animais abandonados, desabafou nas redes sociais após uma associação local se recusar a acolher um dos bichos sob sua responsabilidade. Com 26 animais resgatados — entre cães e gatos — vivendo sob seus cuidados, ela afirma que mantém todos com recursos próprios e sem ajuda regular de instituições ou do poder público.

De acordo com o relato, a mulher, conhecida na cidade pelo trabalho voluntário em prol dos animais, entrou em contato com a associação pedindo ajuda para abrigar um dos resgatados. O pedido, porém, foi negado, o que gerou revolta.

“Fiquei muito triste. Cuido de quase quarenta animais sozinha, e quando finalmente precisei de ajuda, me disseram que não podiam fazer nada. É desanimador”, lamentou.

A moradora explica que todos os animais recebem alimentação, abrigo e cuidados veterinários básicos graças a doações pontuais e ao esforço próprio. “Muitos foram resgatados em situação de abandono, atropelados ou doentes. Não consigo virar as costas”, contou.

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Veja na integra o desabafo da moradora:

Cuido de 14 cachorros e 12 gatos.                                                            .

E, mesmo assim, a chamada “Associação de Proteção aos Animais” me negou ajuda para adotar apenas um.

É triste constatar que uma entidade criada justamente para defender e acolher vidas abandonadas aja com a mesma frieza e burocracia daqueles que viram o rosto diante do sofrimento dos animais.

De que serve uma associação que fala em proteção, mas nega compaixão?

De que adianta o discurso, se na prática falta empatia?

Esse episódio revela o que muita gente finge não ver: há quem use a causa animal como bandeira, mas esqueça o essencial — o amor e o respeito pelos próprios animais.

Está na hora de repensar o que realmente significa “proteger”. Desabafou.

Nas redes sociais, o caso despertou empatia e também debateu a dificuldade enfrentada por protetores independentes na região, que frequentemente assumem responsabilidades sem apoio financeiro ou estrutur

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