Uma equipe de estudantes do Instituto Educacional Superação “IES”, Vera-MT, foi campeã na prova de lançamento de foguetes da MobFóg (Mostra Brasileira de Foguetes), realizada no Rio de Janeiro. Os jovens de 15 e 16 anos — Arthur Boeing Stropp, Nicolas Carnin de Souza, Guilherme Gonzatto, Lorenzo dos Santos Sandri, Giulia Medeiros Spada, Paula Hohn Seibert, Lara Sevignani e Júlia Sol — atingiram a impressionante distância de 200 m, o que garantiu a medalha de ouro.
Os foguetes são projetados com garrafas PET retornáveis e utilizam como combustível uma reação química de vinagre e bicarbonato de sódio, uma alternativa simples e eficaz que reforça o caráter experimental e lúdico da olimpíada.
A aluna Lara, conta que foi muita preparação, muitos lançamentos de foguetes, foi realmente muita persistência para alcançar o resultado, e, a tão sonhada medalha. Essa jornada de foguetes aconteceu na Barra do Piraí (RJ), de 25 à 28 de agosto, a aluna Giulia, afirma que a hora mais tensa foi momentos antes da estraga da premiação, e, foi com o anúncio da última medalha de prata que eles descobriram a cor da medalha, foi um emoção indescritível, por ter 78 equipes com 290 participantes, e a pontuação era – 0 à menos de 100 metros era menção honrosa, passando de 100 metros era prata e de 200 metros a cima era ouro, e eles conseguiram 200 metros cravados para ganhar a medalha dourada.
Já Julia relata os problemas técnicos, problemas que nunca aconteceu antes nos treinamentos, aconteceu no momento das provas, com apenas dois dias para os lançamentos eles perderam um dia, e, teriam ter que dar o máximo para atingir o objetivo no segundo dia de provas, ela agradece a equipe pela união, e assim resolveram esse pequeno obstáculo, atingindo 184 metros em seu lançamento.
Segundo a professora Colare, que acompanhou os alunos, a jornada vai além do título: é uma troca de conhecimento, envolvimento científico em ação, palestras e oficinas enriquecedoras, ela afirma que sempre foi questionada pelos alunos desde o 9º ano, e os alunos sempre questionavam, o porque, não participar dessa olimpíada, Colare relata que teve que se afastar em um período por estar gestante e no ano seguinte ela estava com bebê recém-nascida, e, esse ano era o “vai ou racha”, por ser o último ano deles, sendo assim, começaram o projeto do 0, sem ideias de funcionamento, questão de base de foguetes, – e através da químicas eles aprenderam a quantidade de reação que precisavam para ter uma boa distância, ela não deixa de agradecer ao esposo por estar ao lados deles nas construções das bases de lançamento, conseguindo assim classificarem na seletiva três equipes, que retornaram com esse excelente resultado, e o papel do professor é instigar os alunos e quando tem alunos que lhe desafia é de suma importância para ambos, não deixar de agradecer aos pais que sempre acreditaram no projeto, e a diretora do colégio que sempre acreditou no potencial do grupo.
E não menos importante os rapazes que integram essa equipe vitoriosa, foram muito suor, treinos, choro e por fim o sorriso de vencedores.
Foram para o Rio de Janeiro, aproveitaram e voltaram medalhistas.















