Polônia vira para cima dos EUA, vence tie-break, é campeã pela 3ª vez da Liga das Nações
A Polônia sofreu, mas confirmou o favoritismo e conquistou, neste domingo, a Liga das Nações masculina de vôlei. O time derrotou os Estados Unidos por 3 a 2( 25/21, 23/25, 25/27, 25/23 e 15/10) e chegou ao terceiro na história, o segundo seguido. Já os americanos, que estão na preparação para competir em casa as Olimpíadas de 2028, seguem sem levantar o troféu do torneio.
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Polônia na final da Liga das Nações masculina de vôlei — Foto: FIVB
A Polônia, atual vice-campeã olímpica, fez um grande tie-break. Depois de estar perdendo por 8 a 7, conseguiu virar para 13 a 7 para praticamente garantir o título. O técnico Nikola Grbić conseguiu mexer bastante na partida, inclusive usando Leon, um dos melhores ponteiros do mundo, em uma outra posição, oposta. Semeniuk terminou com 16 pontos, Fornal 15,, que foi eleito o melhor jogador da competilção, e Leon 14 na partida.
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Polônia na final da Liga das Nações masculina de vôlei — Foto: FIVB
Os grandes destaques dos EUA foram Matt Anderson e Jack Hanes. Anderson tem 39 anos, é um dos melhores jogadores da história do país e, após uma pausa na carreira na seleção, voltou ao time em uma nova posição, ponteiro. Ele terminou com 19 pontos na quadra, além de alguns pontos no rosto, já que levou uma cotovelada durante a comemoração de um ponto. Hanes, oposto, terminou com 21 pontos.
Na disputa do terceiro lugar, a Eslovênia derrotou o Japão por 3 a 1 e conquistou o primeiro pódio da história do país na Liga. A equipe tinha ficado em quarto lugar em três oportunidades, inclusive no ano passado. O Japão, que encerrou a primeira fase de forma invicta, com 12 jogos e 12 vitórias, termina fora do pódio.
O Brasil não participa da fase final da Liga das Nações masculina de vôlei pois não conseguiu a classificação. Terminou a fase classificatória com sete vitórias e cinco derrotas, em nono lugar. A competição começou a ser disputada em 2018 e, neste formato, o time nunca tinha ficado fora da fase final. A Liga das Nações entrou no lugar da Liga Mundial, competição disputada anualmente de 1989 e 2017, em que o Brasil só ficou fora da fase decisiva em 1991.











