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Vídeo revela interior da ‘caverna dos tubarões’, onde cinco italianos morreram durante mergulho nas Maldivas

Caverna dos Tubarões nas Maldivas — Foto: YouTube/MERGULHADORES DO NEVA

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Imagens mostram passagens estreitas da gruta submarina onde grupo foi encontrado a 49 metros de profundidade; autoridades investigam causas da tragédia

 

Imagens que circulam nas redes sociais após a tragédia nas Maldivas mostram o interior da chamada “caverna dos tubarões”, onde cinco mergulhadores italianos morreram durante uma expedição submarina no atol de Vaavu. O vídeo, gravado dentro da caverna Thinwana Kandu, revela corredores estreitos, sinuosos e escuros no complexo submerso onde os corpos foram localizados a cerca de 49 metros de profundidade.

Quatro das vítimas, a professora de ecologia Monica Montefalcone, sua filha Giorgia Sommacal, o biólogo marinho Federico Gualtieri e a pesquisadora Muriel Oddenino, foram localizados nesta segunda-feira por uma equipe finlandesa especializada em resgates de mergulho profundo. Gianluca Benedetti, o quinto integrante do grupo, havia sido localizado anteriormente, próximo à entrada da caverna. Segundo Ahmed Shaam, porta-voz do governo das Maldivas, os corpos estão “bem no interior da caverna, no terceiro segmento”, praticamente juntos, e as operações para recuperá-los ainda estão em andamento.

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Assista:

Vídeo reforça mistério sobre tragédia

 

As imagens da caverna ajudaram a ampliar os questionamentos sobre o que teria acontecido durante o mergulho. O local, situado a mais de 95 km da capital Malé, possui aproximadamente 60 metros de extensão e é dividido em três câmaras. No vídeo, um mergulhador atravessa passagens apertadas enquanto a estrutura aparece praticamente sem vida marinha, exceto pela presença de uma arraia.

As autoridades ainda investigam as causas da tragédia, mas diferentes hipóteses surgiram nos últimos dias. Uma delas envolve as condições climáticas adversas registradas na região. Um alerta amarelo de mau tempo havia sido emitido na véspera da expedição, com ventos de até 48 km/h atingindo o arquipélago. O marido de Monica, Carlo Sommacal, afirmou ao jornal La Repubblica que a mergulhadora era extremamente experiente e não teria ignorado os riscos deliberadamente

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