Estabelecimentos receberam aval chinês para comercializar produtos. Segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, o país conquistou a habilitação das primeiras unidades para exportar grãos secos de destilaria e 10 unidades de sorgo aos chineses.
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou a habilitação de oito novas unidades industriais para exportar coprodutos do etanol de sorgo e milho para a China. A medida representa mais um avanço nas relações comerciais entre os dois países e reforça o potencial do Brasil como grande fornecedor de produtos agroindustriais com valor agregado.
Os coprodutos, conhecidos como DDG e WDG (grãos secos e úmidos de destilaria), são amplamente utilizados na alimentação animal devido ao seu alto teor de proteína e energia. Com a nova autorização, o Brasil amplia sua presença no mercado chinês, que busca diversificar as fontes de insumos para ração, especialmente em um cenário de crescente demanda por proteína animal.
Segundo o Mapa, a habilitação é resultado de acordos bilaterais firmados em 2024, que abriram as portas para a exportação desses subprodutos oriundos das usinas de etanol de cereais. A pasta destacou que o processo de inspeção e aprovação contou com a colaboração técnica das autoridades sanitárias chinesas, que reconheceram a qualidade e os padrões de biossegurança adotados pelas unidades brasileiras.
Para a venda de sorgo foram aprovados:
- 4 unidades em Mato Grosso;
- 4 unidades em Minas Gerais;
- 1 em Rondônia;
- 1 na Bahia.
- 4 unidades em Mato Grosso;
- 1 em Mato Grosso do Sul.
A expectativa é de que o novo mercado impulsione a indústria de etanol de milho e sorgo, especialmente nas regiões Centro-Oeste e Sudeste, fortalecendo o setor agroenergético e ampliando as oportunidades para produtores rurais e cooperativas.
“Essa é mais uma conquista que demonstra a credibilidade do sistema agroindustrial brasileiro e o reconhecimento da China à qualidade de nossos produtos”, destacou o Mapa em nota oficial.

















